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    Arco da Rua Augusta

    No lado norte da Praça do Comércio / Terreiro do Paço, ergue-se o Arco Triunfal da Rua Augusta, que constitui a entrada para a Baixa da cidade.

    A sua decoração representa figuras históricas, como Vasco da Gama e o Marquês de Pombal, representando a glória e o génio.

    O Arco começou a construir-se em 1755 e só se deram as obras por concluídas em 1873. O arquitecto que o delineou foi Veríssimo José da Costa.
    Last updated: terça-feira, Março 12, 2002
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    Praça do Comércio
    A grande sala de visitas de Lisboa e uma das mais belas praças da Europa, é a Praça do Comércio, também conhecida por Terreiro do Paço (nome que deriva do opulento e desaparecido Paço Real da Ribeira). Na Praça do Comércio há que admirar a sua vastidão (quatro hectares), rodeada de arcas, o Arco Triunfal da Rua Augusta, concebido depois do terramoto de 1755 e só rematado 80 anos depois (traça rectificada de Veríssimo da Costa, escultura de Camels e Victor Bastos), a famosa Estátua Equestre de D. José (obra de Machado de Castro) e o pitoresco Cais das colunas.
    Last updated: quarta-feira, Janeiro 30, 2002
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    Praça da Figueira

    A Praça da Figueira é um dos locais mais importantes da memória da Cidade. Por ali passam as duas mais importantes ribeiras de Lisboa, a oriental ou de Arroios, que vem pelo Regueirão dos Anjos e Martim Moniz, e a ocidental ou de Valverde que corre encaixada pelos vales de Santa Marta, S. José e Portas de Santo Antão.

    As duas ribeiras juntam-se depois de atravessar separadamente a Praça da Figueira e correm ao longo do esteiro da Baixa metidas hoje, só parcialmente, nos "canos reais" da rua Augusta e rua Áurea até ao Terreiro do Paço. Os poderes públicos tentaram, desde pelo menos o século XIV, canalizar as ribeiras e o cano mais recente, o "cano real de D. Maria" reapareceu agora na escavação em curso na Praça da Figueira.

    Junto das ribeiras foi escavada parcialmente nos anos de 1961-62 uma grande necrópole romana e o que restava do prestigioso "Hospital de Todos os Santos" o primeiro grande estabelecimento de assistência português mandado erguer por D. João II em 1492 cujas ruínas voltaram agora a reaparecer.

    Os "buldozers" puseram a descoberto recentemente na zona confinante com a área de Santa Justa parte de um bairro islâmico dos finais do século XI que tudo indica ter sido habitado por cristãos moçarabes que se acolhiam à protecção de Santa Justa e Rufina, duas santas sevilhanas patronas de oleiros. Apareceram muitos vestígios pertencentes à moçarabia, pavimentos de ruas e restos de habitações ainda com o telhado caído sobre as ruínas, lareiras, etc. Os trabalhos arqueológicos estão a ser excelentemente executados por uma equipa do Museu da Cidade dirigida por Rodrigo Banha da Silva.
    Last updated: terça-feira, Março 12, 2002
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    Padrão dos Descobrimentos, Praça do Império e o Mosteiro dos Jerónimos
    Last updated: quarta-feira, Janeiro 30, 2002
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    Assembleia da República
    Last updated: quarta-feira, Janeiro 30, 2002
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    A Basílica da Estrela nasceu da devoção de D. Maria I ao culto do Sagrado Coração de Jesus. Em 1760, aquando do seu casamento com o Infante D. Pedro, a ainda princesa, fez um voto ao Santíssimo Coração, de lhe erguer uma igreja e convento para as religiosas da Regra de Santa Teresa, pedindo o nascimento de um filho varão. D. Pedro contribuiu para a causa, cedendo os terrenos do Casal da Estrela, na parte ocidental de Lisboa. No entanto, desde logo se depararam uma série de obstáculos à devota princesa, apenas ultrapassados aquando da sua subida ao trono: dificuldades técnicas e económicas (estava em curso a reconstrução dacapital após o terramoto de 1755, para a qual o Marquês de Pombal havia disponibilizado todos os meios), bem como teológicas, já que o culto ao Sagrado Coração além de polémico não era aceite pela ortodoxia católica, porque "revalorizava a natureza humana de Cristo sobre a divina" o que implicava uma mudança quase radical na mentalidade e modo de encarar os dogmas da Igreja da época. De facto, só o papa Pio VI, no final do século XVIII, o aprovará
    Last updated: terça-feira, Março 12, 2002
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    Estação dos Caminhos de Ferro, do Rossio

    A estação central do Rossio, construída em 1886-87 é um edifício romântico, neo-manuelino, encomendado ao arquitecto camarário José Luis Monteiro pela Real Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses, tal como a construção de um edifício
    anexo, destinado a ocupar os serviços dos Caminhos de Ferro, que a partir de 92, é adapatado a complexo hoteleiro. É o Hotel Avenida Palace, antigo Hotel Internacional .

    Ultrapassou-se com mestria o desnivelamento do terreno através da adopção do sistema de rampas, que permitiram uma comunicação entre os espaços interior e exterior. A plataforma, ampla nave de 21 metros de altura por 130 de comprimento, articula o exterior ao piso de embarque. Na entrada principal, ao nível do rés-do-chão, uma galeria envidraçada permite o acesso aos restantes pisos. O cais de embarque, será mais tarde coberto com uma estrutura em ferro, da responsabilidade de uma empresa belga.

    A elegante fachada é escultóricamente decorada pelos canteiros do empreiteiro francês Bartissol, destacando-se os arcos em ferradura.
    Last updated: quarta-feira, Janeiro 30, 2002
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    Mosteiro dos Jerónimos
    Data de 1496 o pedido feito pelo rei D.Manuel I à Santa Sé, no sentido de lhe ser concedida autorização para se erigir um grande mosteiro à entrada de Lisboa, perto das margens do Tejo. Em 1501 começaram os trabalhos e aproximadamente um século depois, as obras estavam concluídas.
    As razões da construção do Mosteiro dos Jerónimos prendem-se, por certo, com a vontade do monarca reunir em panteão o ramo dinástico por ele iniciado (Avis-Beja).
    D. Manuel I e os seus descendentes foram sepultados em túmulos de mármore colocados na capela-mor da Igreja e capelas laterais do transepto.
    A dedicação do Mosteiro à Virgem de Belém foi outro factor que pesou na decisão régia. O Mosteiro dos Jerónimos, como é vulgarmente conhecido, veio substituir a igreja outrora existente no mesmo local, cuja invocação era Santa Maria de Belém e onde os monges da Ordem de Cristo prestavam assistência aos mareantes em trânsito.
    O edifício exibe uma extensa fachada de mais de trezentos metros, obedecendo a um princípio de horizontalidade que lhe confere uma fisionomia calma e repousante. Foi construído em calcário de lioz que se tirava muito próximo do local de implantação, na Ajuda, no Vale de Alcântara, Laveiras, Rio Seco e Tercena.
    Last updated: quarta-feira, Janeiro 30, 2002
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    Last updated: quarta-feira, Janeiro 30, 2002
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    Lisboa, na época dos Descobrimentos, viu crescer a sua importância como cidade cosmopolita, tornando-se rapidamente num ponto de referência e encontro de culturas, gentes e conhecimentos.

    A política naval portuguesa do século XVI e o progresso das viagens marítimas fizeram do porto de Lisboa uma paragem obrigatória para os que navegavam nas rotas do comércio internacional.

    Proteger Lisboa e a sua barra tornou-se uma necessidade. Teve o rei D. João II (1455-1495) a iniciativa de traçar um plano inovador e eficaz, que consistia na formação de uma defesa tripartida entre o baluarte de Cascais, a fortaleza de S. Sebastião da Caparica (também chamada Torre Velha), na outra margem do rio, e uma terceira fortaleza que, devido à sua morte, coube a D. Manuel I, seu sucessor, a tarefa de mandar construir.

    Assim, em homenagem ao santo patrono da cidade de Lisboa - S. Vicente - foi construída a Torre de Belém, no local onde antes estava ancorada a Grande Nau, que cruzava fogo com a fortaleza de S. Sebastião, perpetuando em pedra aquela estrutura de madeira.
    Francisco de Arruda foi nomeado Mestre do Baluarte de Belém, após o seu regresso do Norte de África, onde se distinguiu pela edificação de algumas fortalezas. Iniciou a construção, em 1514, sob a orientação do Mestre de Obras do Reino, Diogo de Boitaca, que na altura dirigia os trabalhos do Mosteiro dos Jerónimos. Em 1520 a Torre estava concluída e, um ano mais tarde, era nomeado o seu primeiro alcaide-mor, Gaspar de Paiva.
    Last updated: quarta-feira, Janeiro 30, 2002
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    Santuário do Bom Jesus do Monte

    Situado a 6 km a leste de Braga, possui uma escadaria barroca que é considerada um dos mais célebres monumentos de Portugal. É um símbolo do barroco nortenho, talhado no granito cinzento e austero, realçado pela brancura das paredes. Simboliza a Via Sacra, que o peregrino subia de joelhos. É composta por um caminho ladeado de capelas que representam o caminho da cruz, pela escadaria dos Cinco Sentidos e pela escadaria das Três Virtudes. No cimo da escadaria, está a Igreja do Bom Jesus do Monte cuja capela-mor possui um calvário semelhante ao das capelas da Via Sacra.
    Last updated: quarta-feira, Março 13, 2002
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    A escadaria do Santuário de Bom Jesus do Monte, em Braga, Portugal, é notável pelos 1001 degraus. O templo, daí o nome, foi construído no alto de um morro.
    Last updated: quarta-feira, Março 13, 2002
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