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    Vista parcial do Porto.
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    Praia de Vila do Conde
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    O Museu de Marinha tem as suas raízes mais profundas no decreto real de D. Luís I, de 22 de Julho de 1863. Pretendeu o monarca estabelecer uma ligação com a memória do nosso passado marítimo e reunir numa grandiosa colecção todos os testemunhos ainda existentes da actividade dos portugueses no mar.

    A vertente didáctica da iniciativa é evidente, daí ter sido a Escola Naval o local indicado para que ali fossem colocados os objectos escolhidos. O Comandante Celestino Soares, na época "Conselheiro Director" da referida escola, foi o nomeado para iniciar os trabalhos de pesquisa e de constituição do espólio.

    Contudo, um longo caminho haveria ainda a percorrer até que o Museu de Marinha se tornasse uma realidade. Assim, por Carta de Lei de 5 de Junho de 1903, é determinada a concentração e conservação dos objectos patrimoniais que irão integrar-se no futuro Museu nas instalações da Biblioteca de Marinha.

    Nessa ocasião foi o seu bibliotecário nomeado Director da Biblioteca de Marinha e Museu Naval. Em 1909 foi criado o Museu Nacional de Marinha, e a sua direcção confiada à Liga Naval Portuguesa, onde no entanto nunca chegou a ser instalado.

    Espólio reunido nas antigas
    instalações da Escola Naval
    Depois de sucessiva actividade legislativa sem resultados, chegamos a 1934 sem um Museu de Marinha efectivamente a funcionar. É nesse ano que é criado, na prática, o Museu Naval Português, instalado a título provisório na Escola Naval, onde viria a desempenhar um papel activo na formação dos seus alunos. Ainda em 1934, foi nomeada uma comissão com a finalidade de preparar as obras necessárias à adaptação do edifício que viria a tornar-se o lar definitivo do Museu Naval Português: o Mosteiro dos Jerónimos.
    Last updated: domingo, Fevereiro 03, 2002
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    Procissão da Nossa Senhora da Agonia, em Viana do Castelo
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    A Ribeira, no Porto
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    Rio Douro
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    Sé de Braga

    Belíssimo monumento, de cuja construção romana original apenas restam o portal Sul e as arquivoltas do portal principal, possui um pórtico do séc. XVI com arcos góticos engrinaldados e uma cabeceira eriçada de pináculos e balaústres ornamentada com uma estátua da Senhora do Leite protegida por um baldaquino flamejante. No seu interior podemos apreciar a arquitectura sóbria da sua nave, a pia baptismal de estilo Manuelino, o túmulo de bronze do infante D. Afonso, a abóboda flamejante da capela-mor, cujo altar, também de estilo flamejante, é em pedra de Ançã. e duas caixas de órgão do séc. XVIII.
    Podemos ainda visitar o tesouro da Sé que encerra uma bela colecção de trajes sacerdotais dos séc. XVI-XVIII, assim como peças admiráveis de ourivesaria; o coro alto, com magníficos cadeirais de talha dourada do séc. XVIII, que proporciona uma bela vista sobre o interior da igreja; a capela de S. Geraldo, de estilo gótico; a capela da Glória, com pinturas murais de estilo mudejar, onde se encontra o túmulo gótico do fundador D. Gonçalo Pereira e a capela dos Reis, onde sob uma abóboda gótica assente sobre belas mísulas em forma de cabeça humana repousam os túmulos de Henrique de Borgonha e sua mulher D. Tareja, pais do primeiro rei de Portugal, assim como a múmia do arcebispo de Braga, D. Lourenço Vicente (séc. XIV), que combateu em Aljubarrota.
    Last updated: quarta-feira, Março 13, 2002
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    Last updated: sábado, Janeiro 19, 2002
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    Last updated: sábado, Janeiro 19, 2002
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