
|
Filename: Image-114.jpg
Last updated: sábado, Janeiro 19, 2002
Filesize: 81103 bytes
Dimensions: 399 x 531 pixels
|
|

|
Filename: Image-115.jpg
Vista parcial do Porto. |
Last updated: quarta-feira, Março 13, 2002
Filesize: 68782 bytes
Dimensions: 700 x 472 pixels
|
|

|
Filename: Image-116.jpg
Last updated: domingo, Janeiro 20, 2002
Filesize: 72187 bytes
Dimensions: 350 x 519 pixels
|
|

|
Filename: Image-117.jpg
Last updated: segunda-feira, Janeiro 21, 2002
Filesize: 94581 bytes
Dimensions: 458 x 506 pixels
|
|

|
Filename: Image-119.jpg
Praia de Vila do Conde |
Last updated: sábado, Janeiro 19, 2002
Filesize: 161345 bytes
Dimensions: 650 x 429 pixels
|
|

|
Filename: Image-12.JPG
O Museu de Marinha tem as suas raízes mais profundas no decreto real de D. Luís I, de 22 de Julho de 1863. Pretendeu o monarca estabelecer uma ligação com a memória do nosso passado marítimo e reunir numa grandiosa colecção todos os testemunhos ainda existentes da actividade dos portugueses no mar.
A vertente didáctica da iniciativa é evidente, daí ter sido a Escola Naval o local indicado para que ali fossem colocados os objectos escolhidos. O Comandante Celestino Soares, na época "Conselheiro Director" da referida escola, foi o nomeado para iniciar os trabalhos de pesquisa e de constituição do espólio.
Contudo, um longo caminho haveria ainda a percorrer até que o Museu de Marinha se tornasse uma realidade. Assim, por Carta de Lei de 5 de Junho de 1903, é determinada a concentração e conservação dos objectos patrimoniais que irão integrar-se no futuro Museu nas instalações da Biblioteca de Marinha.
Nessa ocasião foi o seu bibliotecário nomeado Director da Biblioteca de Marinha e Museu Naval. Em 1909 foi criado o Museu Nacional de Marinha, e a sua direcção confiada à Liga Naval Portuguesa, onde no entanto nunca chegou a ser instalado.
Espólio reunido nas antigas instalações da Escola Naval Depois de sucessiva actividade legislativa sem resultados, chegamos a 1934 sem um Museu de Marinha efectivamente a funcionar. É nesse ano que é criado, na prática, o Museu Naval Português, instalado a título provisório na Escola Naval, onde viria a desempenhar um papel activo na formação dos seus alunos. Ainda em 1934, foi nomeada uma comissão com a finalidade de preparar as obras necessárias à adaptação do edifício que viria a tornar-se o lar definitivo do Museu Naval Português: o Mosteiro dos Jerónimos.
|
Last updated: domingo, Fevereiro 03, 2002
Filesize: 52331 bytes
Dimensions: 534 x 405 pixels
|
|

|
Filename: Image-120.jpg
Procissão da Nossa Senhora da Agonia, em Viana do Castelo |
Last updated: sábado, Janeiro 19, 2002
Filesize: 131862 bytes
Dimensions: 681 x 444 pixels
|
|

|
Filename: Image-121.jpg
A Ribeira, no Porto |
Last updated: sábado, Janeiro 19, 2002
Filesize: 148012 bytes
Dimensions: 650 x 453 pixels
|
|

|
Filename: Image-122.jpg
Rio Douro |
Last updated: terça-feira, Janeiro 22, 2002
Filesize: 81936 bytes
Dimensions: 600 x 382 pixels
|
|

|
Filename: Image-123.jpg
Sé de Braga
Belíssimo monumento, de cuja construção romana original apenas restam o portal Sul e as arquivoltas do portal principal, possui um pórtico do séc. XVI com arcos góticos engrinaldados e uma cabeceira eriçada de pináculos e balaústres ornamentada com uma estátua da Senhora do Leite protegida por um baldaquino flamejante. No seu interior podemos apreciar a arquitectura sóbria da sua nave, a pia baptismal de estilo Manuelino, o túmulo de bronze do infante D. Afonso, a abóboda flamejante da capela-mor, cujo altar, também de estilo flamejante, é em pedra de Ançã. e duas caixas de órgão do séc. XVIII. Podemos ainda visitar o tesouro da Sé que encerra uma bela colecção de trajes sacerdotais dos séc. XVI-XVIII, assim como peças admiráveis de ourivesaria; o coro alto, com magníficos cadeirais de talha dourada do séc. XVIII, que proporciona uma bela vista sobre o interior da igreja; a capela de S. Geraldo, de estilo gótico; a capela da Glória, com pinturas murais de estilo mudejar, onde se encontra o túmulo gótico do fundador D. Gonçalo Pereira e a capela dos Reis, onde sob uma abóboda gótica assente sobre belas mísulas em forma de cabeça humana repousam os túmulos de Henrique de Borgonha e sua mulher D. Tareja, pais do primeiro rei de Portugal, assim como a múmia do arcebispo de Braga, D. Lourenço Vicente (séc. XIV), que combateu em Aljubarrota.
|
Last updated: quarta-feira, Março 13, 2002
Filesize: 49723 bytes
Dimensions: 400 x 522 pixels
|
|

|
Filename: Image-124.jpg
Last updated: sábado, Janeiro 19, 2002
Filesize: 134054 bytes
Dimensions: 650 x 446 pixels
|
|

|
Filename: Image-125.jpg
Last updated: sábado, Janeiro 19, 2002
Filesize: 128140 bytes
Dimensions: 650 x 465 pixels
|
|